Archive for the ‘grandes momentos’ Category

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Detonando mitos sobre cerveja

28/07/2010

As irlandesas são minhas favoritas


CERVEJA PODE MATAR?
Sim. Sobretudo se o ser humano se deixar atingir por uma caixa de cerveja com garrafas cheias. Sabe-se que, anos atrás, um rapaz, ao passar pela rua, foi atingido por 1 caixa de cerveja que caiu de um caminhão, tendo morte instantânea. Além disso, casos de enfarto do miocárdio em idosos têm sido associados às propagandas de cervejas com modelos esculturais.

O USO CONTINUO DA CERVEJA PODE LEVAR AO USO DE DROGAS MAIS PESADAS?
Não, a cerveja é mais pesada – uma garrafa de cerveja pesa cerca de 900 gramas.

A CERVEJA CAUSA DEPENDÊNCIA PSICOLÓGICA?
Não. 89,7% dos psicólogos e psicanalistas entrevistados preferem uísque.

MULHERES GRÁVIDAS PODEM BEBER SEM RISCO?
Sim. Está provado que nas blitzen a polícia nunca pede o teste do bafômetro para gestantes… E se elas tiverem que fazer o teste de andar em linha reta, sempre podem atribuir o desequilíbrio ao peso da barriga.

CERVEJA PODE DIMINUIR OS REFLEXOS DOS MOTORISTAS?
Não. Uma experiência foi feita c/ mais de 500 motoristas: foi dada 1 caixa de cerveja para cada um, e, em seguida, colocaram um por um diante de um espelho. Em nenhum dos casos, os reflexos foram alterados.

EXISTE ALGUMA RELAÇÃO ENTRE BEBIDA E ENVELHECIMENTO?
Sim. A bebida envelhece muito rápido. Para se ter uma idéia, se você deixar uma garrafa ou lata de cerveja aberta ela perderá o seu sabor em aproximadamente quinze minutos.

A CERVEJA ATRAPALHA NO RENDIMENTO ESCOLAR?
Não, pelo contrário – alguns donos de faculdade estão aumentando suas rendas com a venda de cerveja nas cantinas.

O QUE FAZ COM QUE A BEBIDA CHEGUE AOS ADOLESCENTES?
Inúmeras pesquisas vêm sendo feitas por laboratórios de renome. Todas indicam, em primeiríssimo lugar, o garçom.

A CERVEJA CAUSA DIMINUIÇÃO DA MEMÓRIA?
Que eu me lembre, não! E tem gente que ainda discorda !!!!!

(VIA Silvia Wargafitg)

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A vida é curta

01/04/2010

A vida se resume a quatro frascos. Aproveitemos, pois já estamos no terceiro:

VIA @Armando Cesar Mendonça Junior

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Passo a passo do flagrante

19/03/2010

Aprenda com David Beckham

Beckhan cheerleaders

1.PERCEPÇÃO: “Opa. Que qué isso ai. Ehehehehehe.”

2. APRECIAÇÃO:  “Taqueopariu, irmão.”

3.INTERCEPTAÇÃO: DAVID! (ih, sujou…)

4. NEGAÇÃO: (Vou ter que dar uma de mané) Por que você está brava? Fiz alguma coisa?

5.SOLUÇÃO: Cacete, f@#$eu. Tudo bem. Amanhã pergunto se ela
quer almoçar na cada da mãe dela domingo.

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Sete dias

03/09/2009

Quarta-feira, 26 de agosto
Euforia. Fizemos a Quina da Mega Sena. Ninguém, mas pude usufruir de saudáveis R$ 777,09 na minha conta corrente. O prêmio total foi de quase R$ 30 mil.

Quinta-feira, 27 de agosto
Alívio. Depositei R$ 405 no Bradesco e eliminei minhas pendências com este. Menos um.

Sexta-feira, 28 de agosto
7h45. Saio cedo de casa. Entro no elevador e escuto o barulho de uma peça metálica quebrar e cair no chão. A porta fecha e o elevador não sai do lugar. Aperto o emergência e a porta não abre. Estou preso, com o elevador parado exatamente no meu andar. Espero 40 minutos até um guarda trazer a chave que abre a porta do elevador mágica e instantaneamente.

20h. Vou buscar meu carro no estacionamento. Chegando lá, o rapaz olha, minha ficha, digita no computador, faz cara de “fudeu”, olha para mim e pergunta: “O senhor é o do corsa prata?”
Faço cara de fudeu e digo que sim. Ele chama o dono do estacionamento. Ele me explica que, ao lavar, o vidro estilhaçou sozinho. Choque térmico. Esqueceram de abrir a janela do meu carro um tempinho antes da lavagem.
Muito puto, resolvo não ir ver meus amigos em um bar da Vila Madalena.

Sábado. 29 de agosto.
9h. Durmo bem e acordo animado para ir no aniversário do Brito. Vejo o treino da F-1 e vibro com a pole do Fisichella, montado no elefante que até então era a Force India.

10h. Saí para trocar o vidro na loja que confio. Os japoneses coordenam um trabalho de primeira. Deu tempo de cortar o cabelo.

14h. Volto para casa e mando SMS sobre o aniversário. As 14h01 o Ale me liga contando sobre o incidente com o Pinda. Entro em agonia. Mas ele já estava bem.

23h. Nada de festa, apenas uma brejinha com os amigos. Ainda dou uma pequena parcela de contribuição para um coração partido. Um abraço. Era o que eu tinha na hora.

Domingo, 30 de agosto.
Fui torcer para o Rubinho, como sempre. Minha euforia durou o tempo das luzes vermelhas se apagarem.
Almoço em família com lasanha incrível de mamãe e sorvete. Não precisava de mais nada.

Segunda-feira, 31 de agosto
O cara do estacionamento me pagou o vidro do carro e colocou o insulfiml. Mas não lavou de novo como havia prometido e ainda me cobrou o estacionamento. Resolvi não discutir. Fui pra casa.

Terça-feira, 1º de setembro.
Acordo às 4h. Chego em Congonhas às 5h. O vôo para Vitória/ES é o primeiro do dia, às 6h03. Sou simplesmente o segundo a chegar ao portão 14. Não havia mais ninguém lá.
Fui me deitar no hotel às 22h. Desmaiei.

Quarta-feira, 2 de setembro.
6h. Acordo. A logística do hotel é fonomenal. O café só começa às 7h, e a van que leva até a empresa sai às 7h30. Tenho só 15 minutos para engolir algo para poder fazer o check-out.

19h. Embarco. O aeroporto de Vitória é uma piada. Menor que a estação Jabaquara do Metrô. De verdade. pelo menos o céu está limpo e sou recepcionado pelas luzes noturnas de São Paulo. Um espetáculo para se aplaudir.

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Tecnologia nacional

27/05/2009


Em suas andanças por Palmas, Tocantins, meu grande amigo Marcio Ken descobriu com a comunidade local um método prático, simples e criativo para amplificar o som do seu aparelho celular.
Não é piada, nem sacaganem. O vídeo é sério!

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Grandes Momentos

19/05/2009

Cenário:

Universidade Anhembi Morumbi; Campus Vila Olímpia; 6º andar, hall do elevadores, próximo a saída do banheiro masculino.

Personagens:

Profº Edson (cadeira: Governança Corporativa), aguradando o elevador; e El Kabong, saindo do banheiro.

Diálogo:

El Kabong: professor!

Profº: Fernando! Como vai? (aperto de mão entusiastico)

El Kabong: Feliz em te ver, mestre (típica puxada de saco).

Profº: Sabe o que me deixa feliz também?

El Kabong (mantendo o balanço do aperto de mão): O quê?

Profº: Cumprimentar  um camarada que acabou de sair do banheiro e perceber que ele está com a mão molhada!

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Raciocínios Francos

16/05/2009

Saná é o nome da francesa de origem marroquina que veio fazer um intercâmbio na agência de comunicação onde trabalho. Fluente em português – apesar do sotaque forte – ela é muito sagaz para enteder piadas, mas pensa com cabela de europeu, e acha muito estranhas coisas que para nós são banais – e isso é muito engraçado!

Todos os diálogos a seguir são reais, e não sofreram adaptação.

Eu: Vou te ensinar uns palavrões.
Saná:Ah, sim. Já aprendi alguns.
Eu: Ah é? Qual?
Saná: An…Puta Parrriu.
Eu: Nã, não. É PUTA QUE O PARIU. Fale com vontade.
Saná: Puta qui Parriu!
Eu: Isso. Agora você já pode ir ao estádio de futebol.
Saná: Sim. Querro verr um jogo do Corinthians?
Eu: Nossa! Você já ouviu falar do Corinthians?
Saná: Claro que sim. É o time mais popularrr do Brasil, não é? E tem o Ronaldô!
Eu:Caralho! Eu levo você!
Saná: O que significa essa palavra, carralhô. Vocês a usam sem parrar.
Eu: É, hmm, uh…pede para as meninas te explicarem.

***

Eu: O voto na França não é obrigatório, né?
Saná: Não. Mas eu gosto muito de votar.
Eu: Aqui o voto é obrigatório.
Saná: (gargalhadas incontroláveis)

***

Saná: Ontem, em Pinherros, passei em frrente a uma casa de shows toda iluminada, parrecia um bôrdell.
Eu: É um bordel.
Saná:E se fala bordel, como na França?
Eu: Sim, mas a gente chama de puteiro mesmo.

***

Eu: Onde anda aquele cantor infantil, Jordy.
Saná: (gargalhando). Vocês conhecem o Jordy?
Eu: Sim, ele veio cantar no Brasil aos três anos de idade. Foi até na TV. Já viu o programa do Faustão?
Saná: Oui! Aquele gorrdo do domingo? Que prrogrrama chato! Porr que isso faz sucesso?

***
Paula (a estagiária): Você gosta da comida brasileira?
Saná: Sim. É bem temperada. Muito saborrosa.
Paula: Você precisa comer os peixes típícos.
Saná: Ah, já comi alguns.
Paula: Você já comeu bacalhau?
Eu: Paula! Bacalhau é um peixe europeu.
Ambas: (gargalhadas incontroláveis)