Archive for setembro \28\UTC 2009

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Que semana

28/09/2009

Andei sumido. Estive monitorando uma situação lamentável para o século 21 pela qual passamos com o Resenha em 6, terminando uma matéria para a Superinteressante e preparando minha estréia como palestrante – que, ao que tudo indica, foi um sucesso.

Hoje, finalmente, vou ao médico retomar o tratamento do meu joelho rompido.

Espero conseguir licenciar o carro, já que a agenda da vistoria de emissões de poluentes só tem data para depois do vencimento da licença. Vamos ver.

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Tá funcionando? Não mexe.é

13/09/2009

Fui mexer nas configurações da definição do meu monitor outro dia, só pra ver no que dava.

Claro que deu merda.

O monitor apagou e ficou exibindo uma telinha dizendo que a configuração indicada era 1024×768. “Ok”, pensei. E bati no enter.

E não é que a filha da puta da telinha não sumiu e o a área de trabalho não apareceu?

Mexi no mouse, digitei todas as teclas F e nada. O problema: como é que eu ia voltar para a configuração anterior se eu não via nada na tela?

Resultado. Tive que levar meu micro até a casa da minha tia só pra usar o monitor dela e restaurar a configuração.

Enfim: se algo está funcionando direitinho, não meta o dedo. Simples assim:

P.S. Dima, eu gargalhava de fúria.

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10 lições do Rio Grande do Sul

10/09/2009

1 – Os gaúchos não são arrogantes, são simpáticos. O ar pedante é assim mesmo (fazer o quê, é o jeito deles, mas não é pessoal).

2 – Vinho bom realmente não dá dor de cabeça. (ufa).

3 – Churrasco? É melhor que o nosso mesmo. Massa, são ótimas, mas as nossas são melhores. Mas o melhor da culinária deles é o galeto.

4 – O trânsito de São Paulo é horrivel, mas existe solideriedade de boa parte dos motoristas. Os motoristas de Porto Alegre são assassinos em potencial.

5 – Inter x Grêmio é a maior rivalidade do país. Ponto. Não dá pra discutir.
Não é não. É Corinthians x Resto do mundo, como lembrou bem meu velho amigo Juliano.

6 – Os torcedores de São Paulo gostam de ganhar. Os do RS gostam de torcer. Vi isso no jogo do Brasil.

7 – Também faz calor na Serra Gaúcha. Pra cacete.

8 – Cerveja ruim se toma gelada. Cerveja boa se toma em temperatura ambiente.

9 – Lei antifumo? Isso não é coisa de gaúcho, tchê! Se a roupa fede a gente lava e pronto.

10 – Qualquer balconista de loja seria modelo aqui.

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Sete dias

03/09/2009

Quarta-feira, 26 de agosto
Euforia. Fizemos a Quina da Mega Sena. Ninguém, mas pude usufruir de saudáveis R$ 777,09 na minha conta corrente. O prêmio total foi de quase R$ 30 mil.

Quinta-feira, 27 de agosto
Alívio. Depositei R$ 405 no Bradesco e eliminei minhas pendências com este. Menos um.

Sexta-feira, 28 de agosto
7h45. Saio cedo de casa. Entro no elevador e escuto o barulho de uma peça metálica quebrar e cair no chão. A porta fecha e o elevador não sai do lugar. Aperto o emergência e a porta não abre. Estou preso, com o elevador parado exatamente no meu andar. Espero 40 minutos até um guarda trazer a chave que abre a porta do elevador mágica e instantaneamente.

20h. Vou buscar meu carro no estacionamento. Chegando lá, o rapaz olha, minha ficha, digita no computador, faz cara de “fudeu”, olha para mim e pergunta: “O senhor é o do corsa prata?”
Faço cara de fudeu e digo que sim. Ele chama o dono do estacionamento. Ele me explica que, ao lavar, o vidro estilhaçou sozinho. Choque térmico. Esqueceram de abrir a janela do meu carro um tempinho antes da lavagem.
Muito puto, resolvo não ir ver meus amigos em um bar da Vila Madalena.

Sábado. 29 de agosto.
9h. Durmo bem e acordo animado para ir no aniversário do Brito. Vejo o treino da F-1 e vibro com a pole do Fisichella, montado no elefante que até então era a Force India.

10h. Saí para trocar o vidro na loja que confio. Os japoneses coordenam um trabalho de primeira. Deu tempo de cortar o cabelo.

14h. Volto para casa e mando SMS sobre o aniversário. As 14h01 o Ale me liga contando sobre o incidente com o Pinda. Entro em agonia. Mas ele já estava bem.

23h. Nada de festa, apenas uma brejinha com os amigos. Ainda dou uma pequena parcela de contribuição para um coração partido. Um abraço. Era o que eu tinha na hora.

Domingo, 30 de agosto.
Fui torcer para o Rubinho, como sempre. Minha euforia durou o tempo das luzes vermelhas se apagarem.
Almoço em família com lasanha incrível de mamãe e sorvete. Não precisava de mais nada.

Segunda-feira, 31 de agosto
O cara do estacionamento me pagou o vidro do carro e colocou o insulfiml. Mas não lavou de novo como havia prometido e ainda me cobrou o estacionamento. Resolvi não discutir. Fui pra casa.

Terça-feira, 1º de setembro.
Acordo às 4h. Chego em Congonhas às 5h. O vôo para Vitória/ES é o primeiro do dia, às 6h03. Sou simplesmente o segundo a chegar ao portão 14. Não havia mais ninguém lá.
Fui me deitar no hotel às 22h. Desmaiei.

Quarta-feira, 2 de setembro.
6h. Acordo. A logística do hotel é fonomenal. O café só começa às 7h, e a van que leva até a empresa sai às 7h30. Tenho só 15 minutos para engolir algo para poder fazer o check-out.

19h. Embarco. O aeroporto de Vitória é uma piada. Menor que a estação Jabaquara do Metrô. De verdade. pelo menos o céu está limpo e sou recepcionado pelas luzes noturnas de São Paulo. Um espetáculo para se aplaudir.