Archive for julho \28\UTC 2009

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Notas do autoritarismo

28/07/2009

1. De todas as medidas “impopulares” que a administração Kassab tomou, a de restringir a circulação dos ônibus fretados (que em tese tiram 40 carros das ruas cada um) em vez de automóveis é a mais burra de todas!

2. Danilo Gentili. Até outro dia eu sabia quem era, sem saber o nome. Hoje sou fã. O cara foi massacrado por uma piada enquanto os verdadeiros racistas agem na surdina.

3. Quando vão parar com o pânico e agira com  prevenção decente contra  gripe suína?

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Imagens Fiéis

21/07/2009

Cristian chora ao se despedir do Corinthians, clube que mudou sua carreira e o transformou num astro do futebol.
Cristian chora_el kabong

Mas eu me despeço, com a imagem mais marcante de sua passagem meteórica, porém fabolusa, pelo alvinegro!

cristian
Sucesso, Guerreiro! Você merece! (principalmente por essa foto).

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As 10 expressões mais perigosas de mulheres

19/07/2009

Compreender as mulheres é uma tarefa difícil, amigo. Esqueça o papo de que “não” significa “talvez” e “talvez” significa “sim”. Esteja preparado para agir quando ouvir as seguintes expressões (por ordem regressiva de periculosidade).

Obs.: Obviamente, adaptei isso de um e-maio que recebi.

10. “Certo?”
É a única advertência do grupo. É cartão amarelo, brother. Significa que a discussão acabou. Não discuta mais. Esqueça. Deixe a fúria dela passar. Nem sequer responda, mesmo que seja certo. Melhor saída: Faça um minuto de silêncio e pergunte algo banal sobre o dia dela, como “você comprou aquela bolsa que queria?” (Mas tenha a certeza que ela queria comprar um bolsa).

9. “Mais cinco minutos”
Saiba interpretar, pois os sentido muda dependendo da situação. Quando ela está se arrumando pra sair, é um aviso que ainda falta meia hora. Bobagem pressionar. Ligue a TV, abra um cerveja e relaxe. Maaas, se ela estiver te esperando enquanto você faz algo e te der este prazo, esteja certo que o tempo é exatamente esse: 300 segundos.

8. “Nada”
Se for resposta a pergunta “o que foi?”, fudeu. Mesmo que você não tenha percebido, você fez ou disse algo que a deixou furiosa.

7. “Você que sabe”
Não é uma advertência, é uma ameaça. Se dito quando você insiste em fazer algo que ela não quer, se prepare para as consequencias caso você realmente faça isso, a vingança virá.

6. “Tudo bem, então”
É um passo além do “você que sabe”. Dito isso, ela não ameaçou: ela já decidiu que se vingará.

5. Suspiro sonoro
Ameaça não-verbal. Você fez algo que ela achou totalmente idiota e ela começa a se perguntar se vale a pena estar com você. Não dê mancadas por um mês.

4. “MUITO obrigada”
O problema é o MUITO. O agradecimento sincero é apenas “obrigada”. O MUITO dignifica que você não cumpriu a tarefa desejada ou que você fez algo que ela considera ter “fodido com a vida já miserável que ela leva”.

3. “Esquece”
Ela desistiu de você. Acha que não vale nem a pena tentar te explicar. Dai pro chifre é um pulo.
VARIAÇÃO: “Deixa que eu resolvo”. Ela te julga incapaz de fazer o que ela pediu. Você não serve mais como macho provedor, seu corno.

2. “Precisamos conversar”
Essa você conhece. É cartão vermelho. Pé na bunda. Pode se preparar para um período de onanismo noturno.

1. “Sabe, eu tava pensando”
Fudeu! Parece inofensivo, mas você está enrascado. Normalmente é dita quando não é um momento de conflito. Ela teve uma idéia e não há argumentos que você use para demovê-la de tal idéia. Prepare-se para:
Conhecer os pais dela (se você estão namorando há pouco tempo)
Casar (se você estão namorando há um bom tempo)
Ter um filho (se você estão casados)
Carregar móveis ou pintar a casa (se ela estiver olhando para um cômodo)
Seu maior medo se concretizar (se você foge desse assunto que te assusta).

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O cabelo de Jakko pega fogo

15/07/2009

Durante anos, essa foi uma das grandas lendas da vida de Michael Jackson.

Era a gravação de um comercial da Pepsi. Jackson dançava em meio a explosões de fogos de artifícios.

no sexto take, os fogos explodem antes do momento certo e, então, acontece: o cabelo de Michael pega fogo.

Ele sofre queimaduras de secundo e terceiro grau no “cocoruto” e no rosto.

Até hoje eu achava quer isso era mito, exagero. mas não era. Pela primeira vez eu vi o vídeo.

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Aviso

13/07/2009

jesus legal_el kabongPessoal: acabo de  perceber que, na migração do blog, muitas das imagens da seção “Jesus Salva” – o maior sucesso do blog – se perderam.

Por isso, me darei o direito de reeditar post não-inéditos da seção.

Eu adoro a seção. E Jesus, que, tenho certeza, era um cara muito legal, deve gostar também.

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O problema da faculdade de jornalismo

13/07/2009

Facilitou muito a decisão pela não-obrigatoriedade do diploma do jornalismo para exercer a função uma caractrística peculiar dos jornalistas: nós não temos paciência nenhuma para ensinar os que precisam aprender (o que é um erro grave da profissão que, basicamente, consiste em relatar e explicar).

Por isso o jornalista precisa ser meio autodidata e, com o mínimo de informações possível, criar um conhecimento. Dai o aprendizado da profissão se torna empírico.

Nem vou falar da falta de união da categoria. Pedir que lutassemos em unissono pelos nossos direitos seria exigir demais de um tipo de um trabalhador que confunde ser profissional com ser blasé.

Temos muito que aprender com o fotógrafos, essa sim uam categoria unida (Nossa! E não é que muitos deles não são jornalistas? Por que posturas tão díspares?).

Em tempo: sou contra a obrigatoriedade do diploma no modelo atual de aprendizado. Se a situação fosse diferente, e a faculdade de fato ensinasse o que precisamos aprender (semiótica é para monografias), acho que poderia ter outra posição a respeito. E ainda assim abriria a possbilidade de casos de exceção.

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Joelho

12/07/2009

Eu não gosto só de ver futebol. Gosto de jogar futebol. Gosto de estar com o time, do clima do vestiário (danem-se piadas de viadagem), do cheiro de gelol, do barulho da chuteira sendo batida no chão para tirar o barro do meio das travas.

Só tem uma coisa que boleiro não gosta, mas tem que conviver: a contusão. Tive um problema agudo na virilha e um crônico no tornozelo. Ambos na perna direita.

Há cinco dias, arrumei uma companheira para os dois, na mesma perna direita. Torci o joelho.

Fui sozinho. Um cruzamento longo venho da esquerda. O atacante foi na bola. A la Baresi (sem falsa modéstia) ameacei ir na bola e deixei passar, com um drible de corpo. Girei pra pegar do outro lado.

Então aconteceu. A parte de baixo da perna não acompanhou o resto do corpo. Senti os dois osso do joelho se desalinharam. Perdi o controle do corpo. Antes de tombar, eu já tinha percebido o que havia acontecido.

A dor atravessou o limite do conhecido por mim. Somou-se a um sentimento de pânico. “Meu deus! Meu deus!” era tudo o que saia da minha boca.

Amigos me ajudaram. Me levaram (e a  meu carro) para casa. Gelo, gelol, dorflex. Consegui dormir.

No hospital, o diagnóstico foi de gravidade moderada. De fato, com ajuda do imobilizador, consigo andar. Mas ainda aguardo a tomografia para um diagnóstico mais preciso (o joelho está desinchando, o que vai viabilizar o exame).

O repouso forçado me faz pensar: como é que jogadores profissionais, como Zico e Ronaldo, que tiveram lesões muito mais graves e levam o corpo ao limite máximo, conseguiram voltar a jogar. A impressão (errada, sei) no momento é que nunca mais vou jogar bola.

Quer saber? Acho que apenas acabou o primeiro tempo . Estou no vestiário. Pela idade, o segundo tempo será mais curto. Mas que volto pro gramado, volto.

P.S. Admito ter a tendência de dramatizar um pouco as coisas quando escrevo. Mas o blog é meu, e escrevo do jeito que eu quero. Além disso, precisava externar isso.