Archive for maio \27\UTC 2009

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Tecnologia nacional

27/05/2009


Em suas andanças por Palmas, Tocantins, meu grande amigo Marcio Ken descobriu com a comunidade local um método prático, simples e criativo para amplificar o som do seu aparelho celular.
Não é piada, nem sacaganem. O vídeo é sério!

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Grandes Momentos

19/05/2009

Cenário:

Universidade Anhembi Morumbi; Campus Vila Olímpia; 6º andar, hall do elevadores, próximo a saída do banheiro masculino.

Personagens:

Profº Edson (cadeira: Governança Corporativa), aguradando o elevador; e El Kabong, saindo do banheiro.

Diálogo:

El Kabong: professor!

Profº: Fernando! Como vai? (aperto de mão entusiastico)

El Kabong: Feliz em te ver, mestre (típica puxada de saco).

Profº: Sabe o que me deixa feliz também?

El Kabong (mantendo o balanço do aperto de mão): O quê?

Profº: Cumprimentar  um camarada que acabou de sair do banheiro e perceber que ele está com a mão molhada!

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E quando a fé parece vacilar

18/05/2009

Jesus Saaaaaalva!

JC_el kabong

E ainda tira um barato…

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Diabólico

17/05/2009

Ótimo brinquedo para ameaçar por a criança de castigo no quarto.

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Raciocínios Francos

16/05/2009

Saná é o nome da francesa de origem marroquina que veio fazer um intercâmbio na agência de comunicação onde trabalho. Fluente em português – apesar do sotaque forte – ela é muito sagaz para enteder piadas, mas pensa com cabela de europeu, e acha muito estranhas coisas que para nós são banais – e isso é muito engraçado!

Todos os diálogos a seguir são reais, e não sofreram adaptação.

Eu: Vou te ensinar uns palavrões.
Saná:Ah, sim. Já aprendi alguns.
Eu: Ah é? Qual?
Saná: An…Puta Parrriu.
Eu: Nã, não. É PUTA QUE O PARIU. Fale com vontade.
Saná: Puta qui Parriu!
Eu: Isso. Agora você já pode ir ao estádio de futebol.
Saná: Sim. Querro verr um jogo do Corinthians?
Eu: Nossa! Você já ouviu falar do Corinthians?
Saná: Claro que sim. É o time mais popularrr do Brasil, não é? E tem o Ronaldô!
Eu:Caralho! Eu levo você!
Saná: O que significa essa palavra, carralhô. Vocês a usam sem parrar.
Eu: É, hmm, uh…pede para as meninas te explicarem.

***

Eu: O voto na França não é obrigatório, né?
Saná: Não. Mas eu gosto muito de votar.
Eu: Aqui o voto é obrigatório.
Saná: (gargalhadas incontroláveis)

***

Saná: Ontem, em Pinherros, passei em frrente a uma casa de shows toda iluminada, parrecia um bôrdell.
Eu: É um bordel.
Saná:E se fala bordel, como na França?
Eu: Sim, mas a gente chama de puteiro mesmo.

***

Eu: Onde anda aquele cantor infantil, Jordy.
Saná: (gargalhando). Vocês conhecem o Jordy?
Eu: Sim, ele veio cantar no Brasil aos três anos de idade. Foi até na TV. Já viu o programa do Faustão?
Saná: Oui! Aquele gorrdo do domingo? Que prrogrrama chato! Porr que isso faz sucesso?

***
Paula (a estagiária): Você gosta da comida brasileira?
Saná: Sim. É bem temperada. Muito saborrosa.
Paula: Você precisa comer os peixes típícos.
Saná: Ah, já comi alguns.
Paula: Você já comeu bacalhau?
Eu: Paula! Bacalhau é um peixe europeu.
Ambas: (gargalhadas incontroláveis)

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O post do Dia das Mães

10/05/2009

caravela playmobil_el kabong

Quando éramos crianças, eu e meu irmão adoravamos ir ao shopping com minha mãe. E ela sabia o porquê: eu queria olhar a seção de brinquedos, especialmente da Sears (se você tem 30 anos ou mais certamente se lembra das lojas Sears).

Confesso que até hoje me divirto em seção de brinquedos, mas isso vale outro post.

Uma desssa vezes, num dezembro de 1986 ou 1987, ficou forte na memória, a ponto de eu me lembrar até hoje dos diálogos.

Na época eu ainda morava em Itanhaém – eu e meu irmão fomos morar com meus avós quando meus pais se separaram – e minha mãe, com singelos 26 anos, sempre dava um jeito de tirar as férias dela junto com as férias escolares, para poder ficar com a gente.

Daqui de casa, a opção mais fácil para ir passear de ôninus era o shoping Morumbi. Fazíamos o normal: cinema, MC Donald’s e passeio por algumas lojas. Era um jeito de gastar pouco e passsarmos um tempo gostoso juntos.

Como sempre, passei meu tempo na seção de brinquedos. E como sempre ela estava lá: a caravela! O navio que meus piratas playmobils precisavam. Não poderiam mais navegar na caixa de sapato com uma vela improvisada.

Minha coleção de playmobils foi formada lentamente, aos poucos. Ganhando um aqui e outro ali. Mas ela tinha foco. Eram sempre piratas e cavaleiros medievais (que no fantástico mundo da minha cabela ocupavam o mesmo espaço-tempo).

E a caravela era linda! Perfeita! E, lógico, cara. Depois de tantos nomes para a moeda brasileira, cortes de zeros e URVs, o valor nominal se perdeu no tempo. Mas vejo brinquedos equivalentes hoje por R$ 350, mais ou menos. Para uma auxiliar-administrativa e mãe divorciada com dois filhos num Brasil de inflação de 1.000% ao ano, isso era quase impagável (e não no sentido cômico). Detalhe: nunca passamos necessidade, apenas tinhamos que priorizar as coisas básicas, e brinquedo não estava entre elas.

Nós apenas sonhávamos com a caravela. Imaginávamos onde colocar cada boneco, qual seles seria o capitão, por onde eles navegariam. Babávamos de boca aberta.

Minha mãe viu. Olhou o preço, pôs a mão no queixo e perguntou: “vocês querem?”

Meu irmão, com a pureza dos oito anos disse “quero”. Eu, já com 11, rebati: “É muito caro para a gente, mamãe”.

Olhando para baixo (na época ela ainda podia fazer isso), sorriu e disse: “Tudo bem. Vale a pena. Eu dou um jeito”.

Só abandonei a caravela uns quatro anos depois, quando comecei a ver as meninas não como “aquelas chatas”, mas…bem vocês sabem.

Meu irmão aproveitou um pouco mais. Mas também passou o tempo dele. Demos para um orfanato.

Não sinto falta do brinquedo. O foco aqui não é a caravela, mas o gesto. O esforço que minha mãe fez. Hoje comecei a lebrar dessa história com ela fazendo “cafuné” em mim. Fazia tempo que eu não chorava.

Minha mãe não tem muito estudo. Se formou no segundo grau (hoje, ensino médio) aos 40 anos. Mas sempre compensou isso sendo do tipo trabalhadora. E generosa. Com um coração do tamanho do mundo, para mim e para os outros.

Ela merce tudo que eu tenha condições de dar para ela. Tudo que ela não teve. “Eu sou feliz, filho. Não porque você me dá as coisas, mas porque você pode me dar. Você entende a diferença?”

Ela tem o dom de me arrancar lágrimas de felicidade. Ela não é só linda, ela é insuperável. Especialm,ente nas entrelinhas das atitudes.

Eu te amo, mamãe. Muito!

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1001 maneiras de matar serviço – 16

05/05/2009

1001_el-kabong

Mais um desgraceira viciante. Você tem que cortar as correntes na hora certa para colocar as bolas de metal nas ânforas (que são tipos de vasos) de mesma cor. Para quem tem dificuldade de compreensão em leitura: coloque as bolas verdes nos vasos verde; bolas vermelhas nos vasos vermelhos. Só que, para isso, você vai ter que conhecer um pouco de física – ou de sinuca: além de ter que cortar as correntes certas para dar movimento às bolas (e, assim, usar a tendência da força a seu favor) ou usar outras bolas e recursos como canhões e pêndulos para chegar ao objetivo. Para jogar, CLIQUE AQUI. Para ver a solução dos quebra-cabeças CLIQUE AQUI.