Archive for abril \26\UTC 2008

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Grandes momentos da publicidade

26/04/2008
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A saga do Padre Voador

25/04/2008

Está solucionado o mistério. Aderli de Carli, o padre voador, tem um blog.

Acessem AQUI.

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O Inconfundível jogava muito

24/04/2008

A Campanha da Coca-Cola sobre quem é melhor: Maradona (O Gênio) ou Biro-Biro (O Inconfundível) está causando uma distorção de percepções entre os mais novos, especialmente junto àqueles torcedorezinhos da moda, que nada sabem sobre a história do futebol.

A piada é ótima e obviamente que Maradona foi melhor, mas Biro-Biro nunca, jamais, em tempo algum foi um mau jogador.

É óbvio que ele se destacava pela raça, mas diferentemente de um Pierre ou de um Lugano, ele não era um simples distribuidor de porradas. Não, ele tinha técnica, sabia marcar com estilo, destruia jogadas sem fazer faltas. Não tenho o menor receio de dizer que ele era melhor que Gamarra, mesmo em seus tempo áureos de Corinthians.

Biro-Biro só não chegou à Seleção ou a uma Copa do Mundo pelo mesmo motivo de muitos outros: ele foi contemporâneo de volantes craques, como Falcão, Júnior e Toninho Cerezo. mas comparando com hoje, nenhum volante atuando dentro do Brasil joga mais do que o bom e velho Biro-Biro, o Inconfundível.

Quer uma prova? Toma ae:

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4 8 15 16 23 42

23/04/2008


Não há muito o que comentar.

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Menos filosofia e mais futebol

21/04/2008

Gente, futebol e razão não andam juntos. Se andassem, seria algo chatissímo. Como provam o texto e o vídeo abaixo – notem que, em ambos, o clímax se dá com bola rolando.

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Coluna de José Roberto Torero – Folha de S.Paulo (2003)

O futebol é muito mais velho do que pensamos. Recentes escavações na Macedônia trouxeram à luz páginas de um jornal chamado Alfa e Ômega com mais de 2.000 anos.
Nesses papéis, escritos por um repórter de nome Zeugmo, vemos que os gregos praticavam o esporte bretão muito antes dos bretões. Copio aqui as milenares palavras para deleite dos leitores:

“A final do Campeonato Grego deste ano, entre os times do Liceu e da Academia, foi emocionante. Mal começou a partida, e o time da Academia fez um belo ataque: Sócrates tocou a esfera para Platão, e este rapidamente a lançou para Pitágoras, que a devolveu para Sócrates, com o que a bola desenhou um belo triângulo escaleno. Então, Sócrates dominou a esfera, girou seu corpo e disparou contra o arco do Liceu.
A equipe do Liceu apenas pôde assistir à trajetória da esfera, que bateu na haste superior – que os escravos chamam de travessão – e caiu sobre a linha, diante do olhar apavorado do arqueiro Aristóteles.

O problema é que a esfera caiu numa poça d’água, ficando com metade para dentro do arco e outra metade parte para fora.

Imediatamente, os jogadores formaram uma roda em torno da esfera, e começou uma discussão entre os membros da Academia e os do Liceu.

“Não poderemos contar esse ponto”, disse o arqueiro Aristóteles. “Só meia esfera está adiante da linha, e, logicamente, uma metade não pode ser uma totalidade”, completou.
Platão rebateu: “Com o devido respeito, brilhante Aristóteles, não há fração que não contenha parte do todo, e, sendo assim, o todo, ao menos em parte, está adiante da linha. Isso nos obriga a admitir conceitualmente a existência desse ponto”.

“São sábios os argumentos de Platão”, secundou Epicuro, lateral-esquerdo do Liceu, “mas a parte não contém em si o espírito do todo, tanto que se cortarmos o dedo de um homem, ele cairá no chão, deixando de cumprir suas funções naturais. Daí, concluo que a alma está no todo, mas não na parte, com o que não podemos validar esse tento”.

“Pobre é a discussão que fica sem o pensamento de Epicuro”, disse Zenon, ponta-direita da Academia, “porém a animação, no reino inanimado, não se dá por veias, mas em essência. Logo, se partimos ao meio uma pedra, uma gota d’água ou a esfera em questão, as duas partes terão idênticas qualidades, o que nos leva a considerar esse gol como legítimo”.

E assim a discussão arrastou-se por mais uma hora. Nas arquibancadas, os acadêmicos e os liceístas vibravam a cada argumento e agitavam freneticamente suas bandeiras.
Porém, quando o carro de Apolo encerrava no céu a sua viagem, Beócio, o tosco zagueiro central da Academia, irritado com aquela demora, deu um tremendo chute na esfera, mandando-a definitivamente para dentro do arco adversário. Como a bola ainda estava em jogo, o juiz Demócrito validou o tento.

Aristóteles, irado com a atitude antifilosófica de Beócio, não quis mais argumentar e deu-lhe um soco. Depois, Platão chutou Aristóteles, Epicuro mordeu Sócrates, e logo começou uma gigantesca luta, com todos os atletas agredindo-se mutuamente.
Definitivamente o futebol não é o esporte da razão.”

Zeugmo de Estagira, enviado especial a Atenas, para o Alfa & Ômega.

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Mega Beth

15/04/2008

Quem seria essa tal de Megabeth. Seria uma Beth Faria bombada? Ou então uma nova versão de Beth Atômica. Sei lá, mas perguntem no iG que eles devem saber.

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR

Com os devidos agradecimentos a Marko Mello, e ao capista do iG de 15 de abril, por volta das 18h10.

Update: Avisado pelo Marko, vou dar também um crevignatti (crédito ao Lavignatti) outro brother da antigas

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Ah, Cheetara

15/04/2008


El Kabong fala por si e não tem a menor noção no que se passa na cabeça dos outros: mas aos dez anos de idade eu já tinha, digamos, projetos do que no futuro chamaria de “fetiche”! Muitos deles estavam relacionados, é lógico, a desenhos animados. E claro, que uma das heroínas que despertavam esses pequenos indícios de desejo era Cheetara, dos Thundercats.

Pô, a mina era literalmente a maior gata. E só tinha ela no meio de um monte de marmanjo (tá, o Mun-Rá era meio Drag Queen, mas ainda assim era homem).

Claro que nem naquela época eu imaginava ter a chance de, uh, você sabe, ter algu, tipo de “namorico” com um desenho animado. Mas ai, meu grande amigo Jubash – nosso heróico coordenador do Resenha em 6 – me chamou a atenção para uma notícia qualquer sobre venda de DVDs dos Thundercats na Europa. Não li direito, só consegui visualizar as fotos.

Vá gente. Corre sangue na minha veia. Adianta fingir que não pensei bobagem?